Michelly Ketllyn: da infância ao legado de 13 álbuns como compositora
Tudo começou em 2016, ainda na infância, como uma simples invenção. Na época, ouvindo diversos artistas do sertanejo, Michelly Ketllyn encontrou inspiração e escreveu suas duas primeiras pequenas letras.
Anos depois, já no ensino médio, vieram sentimentos e experiências difíceis de lidar. Foi nesse período que nasceu seu primeiro álbum, com 12 composições, intitulado “Vamos Ser Desintegrados Até o Fim”.
O desejo de se tornar compositora surgiu da crença de Michelly de que as composições estão entre as poucas formas de expressão verdadeiramente puras. Para ela, ter a oportunidade de fazer outras pessoas ouvirem suas músicas e se identificarem com os sentimentos que estavam presentes no momento da escrita é uma das maiores recompensas da arte.
A música sempre teve um papel importante em sua trajetória. Ao chegar à marca de 13 álbuns, Michelly percebeu que queria ir além de simplesmente criar músicas: queria construir um legado de composições.
Seu trabalho transita por diferentes universos, misturando referências em inglês, esportes, funk e temas delicados, abordando sentimentos e situações que podem tocar pessoas que enfrentam experiências semelhantes.
Agora, como compositora, Michelly Ketllyn deixa uma reflexão sobre a importância das mensagens presentes na música:
“O que você escuta importa. A mensagem que deixamos nas músicas para as futuras gerações faz diferença. Então, escutem com sabedoria.”
De uma inspiração que começou ainda na infância a uma trajetória marcada por 13 álbuns, Michelly Ketllyn busca transformar sentimentos em música e construir, por meio de suas composições, um legado que possa atravessar gerações.





